Universidade Federal do Agreste de Pernambuco Garanhuns, 03 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PRODUÇÃO AGRÍCOLA (11.04.02.03)
Código: PGPA7318
Nome: CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS
Carga Horária Teórica: 60 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Dedicada do Docente: 0 h.
Carga Horária Total: 60 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Sim
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações:
Ementa/Descrição: INTRODUÇÃO; HISTÓRICO; CONCEITOS E FUNDAMENTOS DO CONTROLE BIOLÓGICO; ASPECTOS BIOLÓGICOS E ECOLÓGICOS DO CONTROLE BIOLÓGICO; PRINCIPAIS GRUPOS DE AGENTES DE CONTROLE BIOLÓGICO: PREDADORES, PARASITÓIDES E PATÓGENOS; TIPOS DE CONTROLE BIOLÓGICO: CLÁSSICO, APLICADO E CONSERVATIVO; MÉTODO E TÉCNICA DE CRIAÇÃO DE AGENTES DE CONTROLE BIOLÓGICO; PROGRAMA DE CONTROLE BIOLÓGICO DE PRAGAS; CONTROLE BIOLÓGICO E O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS; CASOS DE SUCESSO DE CONTROLE BIOLÓGICO. ----------- I – OBJETIVOS: Fornecer ao discente os conceitos sobre o controle biológico de pragas e motivá-los a discutir os fundamentos. Ao final da disciplina, os discentes deverão ser capazes de reconhecer os principais grupos de agentes do controle biológico e de diferenciar os tipos de controle biológico de pragas. Portanto, esta disciplina visa capacitar os discentes para a utilização e aplicação do controle biológico no manejo integrado de pragas. II UNIDADES: 01 – Controle Biológico 1.1. Introdução; 1.2. Histórico; 1.3. Conceitos e fundamentos; 02 – Aspectos biológicos e ecológicos 2.1. Relações de dependência e independência da densidade da praga; 2.2. Resposta funcional e numérica; 03. Principais grupos de agentes de controle biológico 3.1 – Predadores; 3.2 – Parasitóides; 3.3 – Patógenos; 04 - Tipos de controle biológico 4.1 – Controle Biológico Clássico 4.2 – Controle Biológico Aplicado 4.3 – Controle Biológico Conservativo 05 – Método e técnica de criação de agentes de controle biológico 5.1 - Estruturação e operação 5.2 - Criação de hospedeiros 5.3 - Criação de agentes de controle 5.4 - Controle de qualidade 06 – Programa de controle biológico de pragas 6.1 - Etapas 6.2 - Avaliação 6.3 – Fatores Ambientais 6.4 - Análises 07 - Controle Biológico e o Manejo Integrado de Pragas 08 - Sucesso do Controle Biológico 8.1 - Casos de sucesso 8.2 - Tendências 8.3 - Perspectivas III – PRÁTICAS: ¿ Observação de Inimigos naturais em Campo ¿ Observação de Predação e parasitismo ¿ Determinação de métodos de controle biológico conservativo IV – BIBLIOGRAFIA: ALTIERI, M.A.; SILVA, E.N.; NICHOLLS, C.N. O papel da biodiversidade no manejo de pragas. Ed. Holos, 2003. 226 p. BARBOSA P. Conservation Biological Control. Academic Press, New York, 1998. 396p. BASSO, C.; GRILLE, G. Relaciones entre organismos em los sistemas hospederosparasitoides simbiontes. Montevideo: CSIC, 2009. 226p. BELLOWS T. S. & FISHER T. W. Handbook of Biological Control. Academic Press, New York, 1999. 1046p. BORTOLI, S.A.; BOIÇA JÚNIOR, A. L.; OLIVEIRA, J. E. M. Agentes de controle biológico. Jaboticabal: FUNEP, 2006. 353p. DENT, D. Insect pest management. Cambridge: CABI Publishing, 2000. p. 180-233. 432p. GALLO, D. et al. (Eds.). Entomologia Agrícola. V. 10. Piracicaba, FEALQ, 2002. 920p. HUFFAKER, C. B. & MESSENGER, P. S. Theory and Practice of Biological Control. Academic Press, New York, 1976. 788p. LEITE, L. G.; FILHO, A. B.; ALMEIDA, J. E. M.; ALVES, S. B. Produção de fungos entomopatogênicos. Piracicaba: Divisão de Biblioteca e Documentação – ESALQ/USP, 2003. 92p. PARRA, J. R. P. Técnicas de criação de insetos para programas de controle biológico. Piracicaba: FEALQ, 2000. 138p. PARRA, J.R.P; BOTELHO, P.S.; CORREA-FERREIRA, B.S; BENTO, J.M. eds. Controle biológico no Brasil. Parasitóides e predadores., São Paulo, Manole, 2002, 609p. SILVEIRA NETO, S.; NAKANO, O.; BARBIN, D.; VILLA NOVA, N. A. Manual de ecologia dos insetos. São Paulo: Agronômica Ceres, 1976. 419p. VAN DRIESCHE, R. G. & BELLOWS, T. S. JR. Biological Control. Kluwer Academic Publishers, Boston, 1996. 560p. V – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO O conceito final será obtido através de: - Provas escritas; - Projeto de pesquisa ou extensão; - Seminários; - Relatórios de trabalhos práticos;
Referências:

SIGAA | Sistema de Tecnologia da Informação (STI) - suporte.dti@ufape.edu.br | Copyright © 2006-2026 - UFRN - ubuntu-sigsjboss03.ubuntu-sigsjboss03 v4.13.17-1