Banca de QUALIFICAÇÃO: GISLANE MENDES GALINDO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : GISLANE MENDES GALINDO
DATA : 24/02/2022
HORA: 09:00
LOCAL: Plataforma Google Meet
TÍTULO:

 “Caracterização de leguminosas forrageiras exóticas para a alimentação de ruminantes no Semiárido brasileiro”


PALAVRAS-CHAVES:

Digestibilidade; fracionamento; metano


PÁGINAS: 45
RESUMO:

A pecuária tem grande relevância no Semiárido do Brasil, apresentando menor risco quando comparado à agricultura da produção de grãos em função das variações intra e interanuais de precipitação. Contudo, essa variação incide também sobre a produção de forrageiras usadas na alimentação animal. Em regiões áridas e semiáridas, a irregularidade da precipitação pluvial e a pouca disponibilidade de água doce pode limitar o desenvolvimento de uma pecuária competitiva e viável economicamente, somado a isso, são poucos os produtores do semiárido que adotam práticas de planejamento alimentar e hídrico em seus sistemas de produção.  Ao se considerar a importância de se conservar alimentos visando a preservação ao máximo daquilo que os alimentos continham em sua forma in natura, objetivou-se estimar o valor nutricional das silagens e fenos de duas espécies forrageiras: leucena (Leucaena leucocephala Lam.) e gliricídia (Gliricidia sepium (Jacq.) Steud.), a partir da composição química, do fracionamento dos carboidratos e proteínas, dos parâmetros de degradação e fermentação ruminal, da digestibilidade in vitro da matéria seca e da degradação ruminal e pós-rúmen da proteína. As amostras foram coletadas, em quatro repetições por espécie, no campo experimental da Caatinga, pertencente a Embrapa Semiárido (CPATSA), no município de Petrolina-PE. O fracionamento dos carboidratos e proteínas foi realizado com base no Cornell Net Carbohydrate and Protein System (CNCPS). A avaliação da degradação da matéria orgânica e dos produtos da fermentação ruminal foi realizada por meio da técnica in vitro semiautomática de produção de gases. A degradabilidade ruminal e digestibilidade intestinal da proteína foram estimadas por meio da técnica dos três estágios. Em conclusão, o teor de PDR, e a fração A do fracionamento de proteínas foram superiores nas silagens do que nos fenos quando comparados às forragens in natura, já a fração A+B1do fracionamento de carboidratos foi superior nos fenos. Esses resultados indicam a possibilidade de utilização dessas silagens como fonte de N prontamente disponível para utilização pelos microrganismos do rúmen. E o uso dos fenos como fonte de proteína protegida da degradação ruminal e disponibilizada no intestino e de carboidratos prontamente fermentáveis. Gliricídia e leucena apresentaram elevado potencial de digestibilidade e a produção de metano não diferiu entre as formas estudadas.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1544538 - ANDRE LUIZ RODRIGUES MAGALHAES
Externa à Instituição - KELLY CRISTINA DOS SANTOS
Externa à Instituição - RAYANNE THALITA DE ALMEIDA SOUZA - IFPI
Notícia cadastrada em: 23/02/2022 17:40
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