PRODUÇÃO E COMPOSIÇÃO DO LEITE DE FÊMEAS ASININAS DO ECÓTIPO NORDESTINO
Jumenta, Componentes nutricionais, alimento, Semiárido
Objetivou-se com o estudo determinar a produção total e composição do leite de fêmeas asininas do ecótipo Nordestino. Foram utilizadas 14 fêmeas asininas e seus potros, em delineamento experimental inteiramente ao acaso, em esquema de parcelas subdivididas, sendo as parcelas constituídas por dois grupos (fêmeas primíparas e fêmeas multíparas) e as nove subparcelas compostas pelos períodos de avaliação. A produção total de leite das fêmeas foi determinada pelo método da pesagem dos potros, antes e após as mamadas, aos 20, 40, 60, 80, 100, 120, 140, 160 e 180 dias após o parto. Já a composição química do leite foi determinada nos dias 1, 3, 15, 30, 60, 90, 120, 150 e 180 após o parto. As mensurações dos potros foram realizadas sempre no dia seguinte às pesagens para determinação da produção de leite, tomando-se a cada mensuração 15 medidas lineares. Os resultados foram submetidos a análises de variância, testes de média, regressões, correlações e multivariadas de componentes principais. Não houve diferença entre os grupos de primíparas e multíparas para a produção total de leite, horários diários de avaliação, pH teores de lactose e proteína do leite. As jumentas produziram em média 5,00 kg de leite por dia, com pico de produção aos 60 dias de lactação. As amostras de leite asinino apresentaram pH próximo a neutralidade após o 15º dia de lactação e, ao longo da lactação, o teor de proteína das amostras reduziu progressivamente, indo de 4,44 g/100 mL no primeiro dia de lactação para 1,55 g/100 mL aos 180 dias após o parto. Quanto ao teor de lactose, menores concentrações foram observadas no colostro e leite de transição e maiores valores entre 15 e 120 dias de lactação, com valor máximo registrado de 7,77 g/100 mL aos 120 dias de lactação. Já em relação aos teores de gordura, no primeiro dia de lactação observou-se teor médio de gordura no leite de 1,65 g/100 mL e entre 3 e 120 dias de lactação oscilação de 0,45 a 0,73 g/100 mL. A relação da produção de leite e ganho de medidas lineares dos potros apresentou correlação média. Além disso, houve correlação entre a proteína do leite com a altura na cernelha, altura da garupa e perímetro do tórax dos potros, com valores de 65,39; 64,03; 64,57 e 61,16, respectivamente. Conclui-se que o asinino do ecótipo Nordestino apresenta potencial para produção leiteira, e as características nutricionais do leite favorecem sua utilização como alimento.
Objetivou-se com o estudo determinar a produção total e composição do leite de fêmeas asininas do ecótipo Nordestino. Foram utilizadas 14 fêmeas asininas e seus potros, em delineamento experimental inteiramente ao acaso, em esquema de parcelas subdivididas, sendo as parcelas constituídas por dois grupos (fêmeas primíparas e fêmeas multíparas) e as nove subparcelas compostas pelos períodos de avaliação. A produção total de leite das fêmeas foi determinada pelo método da pesagem dos potros, antes e após as mamadas, aos 20, 40, 60, 80, 100, 120, 140, 160 e 180 dias após o parto. Já a composição química do leite foi determinada nos dias 1, 3, 15, 30, 60, 90, 120, 150 e 180 após o parto. As mensurações dos potros foram realizadas sempre no dia seguinte às pesagens para determinação da produção de leite, tomando-se a cada mensuração 15 medidas lineares. Os resultados foram submetidos a análises de variância, testes de média, regressões, correlações e multivariadas de componentes principais. Não houve diferença entre os grupos de primíparas e multíparas para a produção total de leite, horários diários de avaliação, pH teores de lactose e proteína do leite. As jumentas produziram em média 5,00 kg de leite por dia, com pico de produção aos 60 dias de lactação. As amostras de leite asinino apresentaram pH próximo a neutralidade [JM1] após o 15º dia de lactação e, ao longo da lactação, o teor de proteína das amostras reduziu progressivamente, indo de 4,44 g/100 mL no primeiro dia de lactação para 1,55 g/100 mL aos 180 dias após o parto. Quanto ao teor de lactose, menores concentrações foram observadas no colostro e leite de transição e maiores valores entre 15 e 120 dias de lactação, com valor máximo registrado de 7,77 g/100 mL aos 120 dias de lactação. Já em relação aos teores de gordura, no primeiro dia de lactação observou-se teor médio de gordura no leite de 1,65 g/100 mL e entre 3 e 120 dias de lactação oscilação de 0,45 a 0,73 g/100 mL. A relação da produção de leite e ganho de medidas lineares dos potros apresentou correlação média. Além disso, houve correlação entre a proteína do leite com a altura na cernelha, altura da garupa e perímetro do tórax dos potros, com valores de 65,39; 64,03; 64,57 e 61,16, respectivamente. Conclui-se que o asinino do ecótipo Nordestino apresenta potencial para produção leiteira, e as características nutricionais do leite favorecem sua utilização como alimento.
[JM1]Colocar o valor médio do pH, conforme solicitação do membro da banca.